Utilizamos experiências exitosas em salas de aula para expandir práticas de sucesso em um contexto educacional diverso e desigual.
Saiba maisMeu nome é Davi Vinícius, sou professor de Sociologia na rede estadual de ensino de São Paulo e co-fundador da startup de Inteligência Artificial aplicada à educação INTELIGÊNCIA ADAPTATIVA.
Nossa história começa no ano de 2021, quando exercia a função de coordenador pedagógico de uma escola pública estadual no município de Osasco, durante o período da pandemia de COVID-19.
Nesse contexto, enfrentei uma situação difícil: o número crescente de estudantes com baixa aprendizagem, independentemente da existência de laudo médico ou psicopedagógico.
Entre muitas estratégias, busquei auxiliar professores e alunos, tentando criar padrões de adaptação de atividades para aqueles estudantes com dificuldades específicas. Para isso, me juntei às professoras do AEE (Atendimento Educacional Especializado) com a intenção de aplicar testes de aprendizagem, buscando criar modelos de adaptação para os professores.
Essa tentativa revelou alguns pontos importantes:
(1) A adaptação é uma área do conhecimento ainda em construção e não tão óbvia ou padronizada.
(2) Existe potencial para auxílio computacional nesse processo.
Como muitas coisas na vida não são por acaso, ao final de 2021 reencontrei amigos da adolescência — Luiz Angelo Valota Francisco (Coordenador do curso Tecnologo em Sistemas para Internet no Instituto Federal de São João da Boa Vista) e Marcelo Ciacco (professor da ETEC e da UNIFEOB) — que se empolgaram com a ideia de adaptar atividades!
Assim iniciamos uma jornada de desenvolvimento de um aplicativo que solucionasse essa dor real de professores e estudantes brasileiros.
Quase quatro anos depois, após muito trabalho, uma especialização concluída no programa de Computação Aplicada à Educação na USP/São Carlos, reuniões com prefeituras, portas fechadas e inúmeros contatos, surgiu nosso primeiro MVP, que está sendo testado em uma escola particular do município de São Paulo.
Até o momento, nosso progresso pode ser resumido em alguns pontos:
A cidade foi escolhida devido aos baixos índices de alfabetização na idade correta, bem como aos desafios socioeconômicos. Em contrapartida, a região apresenta uma rica diversidade cultural, com a presença de povos indígenas e quilombolas.
Contamos também com a colaboração de dois pesquisadores que nos ajudam a formar a equipe ideal para esse tipo de empreendimento, ambos com experiência em projetos do MEC:
Portanto, este projeto envolve uma ampla rede de instituições e pessoas comprometidas com a inovação e a qualidade da educação pública.
Quer participar conosco na luta por uma educação pública de qualidade?
O aplicativo auxilia professores e alunos no processo de alfabetização e iniciação matemática por meio de um diagnóstico pedagógico automatizado, organizando a sala de aula em grupos de aprendizagem oferecendo a mesma atividades em diferentes níveis de proficiência.
Com isso o professor consegue aferir melhor aprendizagem de cada aluno tendo maior possibilidade de individualizar melhor o ensino.
O estudante por sua vez consegue iniciar com desafios os quais é capaz de resolver, sendo preparado para problemas mais difíceis.
Sim. Todos os alunos passam por diagnóstico e recebem atividades que desafiam seus conhecimentos, independentemente do nível de aprendizagem.
Sim. O conteúdo será o mesmo, mas adaptado por grupo de aprendizagem (G1 a G4), de forma que cada estudante tenha desafios compatíveis com seu nível.
Muitos professores encontram-se frustrados pois além das condições ruins de trabalho (salários, carreira e estrutura escolar) percebem que muitos de seus alunos não conseguem aprender como poderiam. A diversidade nas aprendizagens derivadas de um conjunto de fatores psicológicos, biológicos e sociais limitam o poder de alcance docente.
O aplicativo oferece o que ele precisa e quer: uma mesma atividade organizada por níveis diferentes de aprendizagem. Repetimos: O aplicativo separa por grupo, o professor individualiza.
Assim, um maior número de alunos podem ser alcançados.
Porque o aplicativo organiza atividades por nível de aprendizagem, facilitando a individualização pelo professor, ampliando seu alcance em sala de aula.
É construído com base na experiência real dos professores, usa IA de ponta e funciona offline. Oferece relatórios, rotinas de estudo e adaptações pedagógicas.
O Brasil enfrenta sérios problemas na alfabetização. Esta solução busca resolver isso de forma prática, escalável e adaptada à realidade local.
O aplicativo auxilia professores e alunos no processo de alfabetização e iniciação matemática por meio de um diagnóstico pedagógico automatizado, organizando a sala de aula em grupos de aprendizagem oferecendo a mesma atividades em diferentes níveis de proficiência.
Com isso o professor consegue aferir melhor aprendizagem de cada aluno tendo maior possibilidade de individualizar melhor o ensino.
O estudante por sua vez consegue iniciar com desafios os quais é capaz de resolver, sendo preparado para problemas mais difíceis.
Dois anos, entre 2025 e 2027, incluindo desenvolvimento, testes e adequações pedagógicas e tecnológicas.
Função no projeto: Orientação de Alfabetização e Adaptação. Coordenadora do ciclo alfabetizador da Escola de Aplicação da USP- EA/USP. Supervisora de Estagio para o ciclo alfabetizador, EA/USP. Licenciada em Pedagogia pela UNESP/Marilia. Mestre em Filosofia da Educação pela Universidade de Campinas, UNICAMP.
Função no projeto: Coordenação pedagógica. Professora das licenciaturas em Física e Pedagogia no Instituto Federal de São Paulo (IFSP) - campus Registro. Foi professora da Escola de Aplicação e da Creche Central da USP, onde coorganizei a obra "O Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas - Crônicas Brasileiras". Foi coordenadora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da Licenciatura em Pedagogia no IFSP - Registro.
Função no projeto: Formação da Equipe. Professor Titular em Computação e Tecnologias Educacionais da Universidade de São Paulo, Docente Associado ao Berkman Klein Center da Universidade de Harvard e Pesquisador Visitante da Escola de Educação da Universidade de Harvard (onde foi professor entre 2022 ~ 2024). É uma figura de destaque nas áreas de gamificação, inteligência artificial na educação e tecnologias educacionais.
Função no projeto: Formação da Equipe. Pesquisador na área de Inteligência Artificial aplicada à Educação (AI in Education) e tecnologias educacionais (EdTech). Atua no desenvolvimento de soluções baseadas em dados, aprendizado de máquina e gamificação, com o objetivo de transformar a educação e promover melhores resultados de aprendizagem.
Função no projeto: Coordenador Geral. Professor de Sociologia para EJA e Ensino Médio da Rede Estadual de SP. Licenciado em Ciências Sociais pela UNESP/Marília. Especialista em Adaptação de Atividades pelo Instituto Itard.Especialista em Computação Aplicada a Educação pelo ICMS/USP.
Função no projeto: Desenvolvedor Aplicativo. Professor do Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De São Paulo, atuando como coordenador dos cursos técnicos e tecnológicos de informática. Mestre em Ciência da Computação, UFSCAR.
Função no projeto: Desenvolvedor Aplicativo. Professor dos Cursos de Tecnologia UNIFEOB. Licenciado em Computação pela Claretiano. Especialista em Desenolvimento para Dispositivos Móveis, IFSP.